Cultural


Algumas obras de Karl Marx foram editadas em formato de quadrinhos para facilitar uma aproximação a elementos das obras originais, entre elas O Manifesto do Partido Comunista e O Capital.

Baixem estas obras:

O Manifesto do Partido Comunista em quadrinhos

O Capital em quadrinhos

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“Leon Trotski escreveu Literatura e revolução nos verões de 1922 e 1923, depois de um período de guerra civil intensa e permanente na Rússia para sedimentar o poder dos socialistas. Nessa obra, embora concentrado na produção literária de seu país, Trotski estende seu olhar crítico sobre as manifestações artísticas dominantes na Europa de seu tempo.”

 

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“Marx tomou como ponto de partida a filosofia hegeliana, entretanto, distanciou-se da noção de espírito universal, do idealismo de Hegel. Marx dizia que os filósofos sempre tentaram interpretar o mundo ao invés de mudá-lo. O marxismo possui um objetivo prático e político, que leva em conta as condições materiais de vida numa sociedade como determinantes do pensamento e da consciência das pessoas que nela vivem. Marx concordava com a idéia de Hegel de que a evolução histórica acontecia a partir da tensão entre opostos, da qual surgia uma síntese, ou equilíbrio. Entretanto, enquanto Hegel acreditava que o “espírito universal” era a força propulsora da história, Marx dizia que, ao contrário, as condições materiais eram determinantes das espirituais. Para ele, as forças econômicas são as principais responsáveis pelas mudanças em todos os setores da sociedade e nos rumos da história. Segundo sua teoria, a sociedade possui uma infra-estrutura, que são as relações materiais e econômicas, e uma superestrutura, que representa o modo de pensar da sociedade, suas instituições políticas, suas leis e também sua religião, moral, arte, filosofia e ciência.”

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A catarse estética

[para ver o vídeo click no link acima]

 

Palestra de José Paulo Netto no Seminário da Expressão Popular. Autor lançou os livros “Introdução ao estudo do método de Marx” e “Cultura, arte e literatura (Marx e Engels)”.

Primeira parte

Segunda parte

Um recorte do que está sendo criado e discutido nos palcos ao redor do mundo pode ser conferido através de 24 espetáculos que refletem sobre a produção contemporânea. Esta é a proposta do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC), que chega à sua quarta edição de 22 a 30 de outubro, em Salvador.

Maior festival internacional de artes cênicas no Norte e Nordeste do país, o FIAC, de caráter anual, confirma-se na agenda cultural do estado como um pólo aglutinador de espetáculos de estéticas inovadoras, pesquisa de linguagem e propostas ousadas, que isoladamente e em seu conjunto refletem sobre o fazer teatral e os rumos das artes cênicas no Brasil e no mundo.

As montagens, de seis países – Alemanha, Argentina, Bélgica, Espanha e França, além do Brasil – e diversos gêneros, serão distribuídas em 12 teatros e também em espaços públicos e alternativos. As atrações, que vêm de diferentes contextos culturais e com variadas estéticas e técnicas, vão dialogar também com a produção cênica local, presente na programação.

A ênfase no intercâmbio proposta pelo FIAC se prolonga também nas atividades de formação (através de oficinas comandadas por criadores nacionais e internacionais que participam do evento), no fortalecimento dos campos de reflexão (com debates, bate-papos e palestras) e na criação de espaços de convivência, como o Lounge FIAC Oi Futuro, que, pelo terceiro ano, torna-se palco de encontros informais entre público e artistas e de ações de caráter artístico, formativo, crítico e midiático.

Com essa rede de atuação – que inclui circulação de espetáculo, troca de experiências, formação profissional e de platéia, divulgação da produção baiana, interferência no calendário cultural do estado, celebração e reflexão sobre as artes cênicas –, o FIAC se instala como um instrumento transformador, numa iniciativa com potencial de desdobramentos em diversas áreas.

Retirado do Site: http://fiacbahia.com.br/2011/?page_id=40